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sexta-feira, 15 de abril de 2022

Papos do Vale - programação gratuita sobre a temática LGBTQIA+


Neste mês de abril teremos a programação do
Papos do Vale, que contará com apresentações de obras artísticas e debates sobre a temática LGBTQIAP+ com os artistas-pesquisadores, de forma a apresentar para o conjunto da sociedade as vivências e as histórias deste universo, de forma a informar e construir conhecimentos. Para Jamile Soares, produtora do evento, "esta é uma oportunidade significativa, pois o estado de Rondônia tem altos índices de violência contra essa população, o debate por meio da arte pode ajudar a compreender melhor este universo". 

As transmissões ocorrerão via plataforma digital, pelos canais do Youtube e Facebook do Teatro Ruante (inscreva-se aqui). Serão dois dias de arte e muito papo, 22 e 23 de abril, que contará com intérpretes de Libras, permitindo o acesso à comunidade surda. Na programação serão quatro artistas: Alexandre Falcão, A Black Z, Lauri Silva e Lupita Amorim, além de relatos da comunidade.

O projeto foi contemplado no Edital nº 34/2021/SEJUCEL-CODEC – 2ª Edição Mary Cianne Prêmio de Produção Artístico-Cultural para Transmissões ao Vivo/Gravadas – Eixo II, Categoria B.

 

 Programação

Dia 22 de abril – 19h (horário de Rondônia)

Alexandre FalcãoMigrações

Migrações - foto Raíssa Dourado

Sinopse: Um artista, uma pessoa como outra qualquer. Uma década e milhares de quilômetros separam-no de distintos relacionamentos, ao longo do tempo e do espaço. Uma fração da vida em cartas, canções e poemas de amor. Imagens e marcas no corpo e na história. Relações afetivas são belas ou ridículas? O público escolhe, a cada momento. Quem nunca?

Ficha técnica

Direção: Alexandre Falcão e Raissa Dourado

Montagem e Finalização: Raissa Dourado

Fotografia: Raissa Dourado 

Imagens de arquivo: Samara Costa

Atuação: Alexandre Falcão

Músicas: “Canção da Despedida” (Alexandre Falcão). Harmonia e violão: Thiago Silva.

“Eis aqui o Morto” (Anderson Benvindo) 

Trilha original: Anderson Benvindo 

Minibio: Alexandre Falcão é artista de teatro e se aventura também pelo audiovisual e pela música. Formado como ator pela Escola Livre de Teatro de Santo André – ELT, atua como docente no Departamento de Artes da Universidade Federal de Rondônia – UNIR e é mestre e doutor em Artes pela Universidade Estadual Paulista – Unesp.

 

Lauri Silva - divulgação

Lauri Silva –
Conversa/Palestra com o tema História e Interseccionalidade: O Movimento LGBTQI+ em Rondônia(1990 a 2021)

Mulher trans afro-ameríndigena. Licenciada e bacharela em história pela Universidade Federal de Rondônia; Psicopedagogia; Mestrado em história e estudos culturais pela Universidade Federal de Rondônia. Atualmente doutoranda no Programa de Pós Graduação em história da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e graduanda em Serviço Social (UNINTER).  Membra do Centro de Referência a História LGBTQI+ do Rio Grande do Sul. Membra da Rede LGBT de Memória e Museologia Social.

 




Dia 23 de abril – 19h (horário de Rondônia)

Lupita AmorimQuarinterna

Quarinterna - foto @rodoluiz

Sinopse: A introspecção intensa da própria mente forçada pela quarentena inesperada obriga a pessoa a se tornar mais íntima dela mesma, passando por um processo de autoconhecimento nunca antes imaginado.

Minibio: É multiartista enquanto atriz, modelo, dançarina, poetisa, graduanda em Ciências Sociais na UFMT. Divide sua vida e produções entre a universidade, militância e arte, pautando a partir de suas movimentações as urgências da população travesti preta, pobre e periférica.

 




Pachamama - foto Édier William

A Black Z
Pachamama

Sinopse: A Amazônia está em chamas. O clipe Pachamama é um manifesto contra esse ecocídio.  

Minibio: Anderson Ferreira, filho de mãe solo, é maranhense e tornou-se rondoniano de criação e coração. Adotou como nome artístico A BLACK Z e tem múltiplos talentos: é cantor, ator e preparador vocal. Atua no cenário artístico de Porto Velho/RO realizando tributos e covers, atuando em peças teatrais e apresentando-se em diversos eventos culturais. Atualmente trabalha na criação do seu segundo álbum autoral que se chamará “Paraíso”.


Sobre a proponente

Jamile Soares - foto Adailtom Alves

Jamile Soares é produtora, atriz e palhaça com 8 anos de experiência cênica, integrante dos coletivos Teatro Ruante, Trupe dos Conspiradores e Cia Peripécias. Com o Ruante foi ganhadora dos Prêmios Funarte de estímulo ao Circo 2019, Prêmio Sesc de Incentivo a Arte Cênica 2018 – (2018); com o mesmo coletivo integrou a produção da Mostra de Repertório do Teatro Ruante (2017 e 2018), como atriz atuou em diversos espetáculos dos grupos citados como Era uma vez João e Maria... e ainda é, CIDADE GRANDE, joão ninguém e Um inimigo do povo. Mais recentemente, na condição de discente, participou do Curso de Extensão Estudos em Teatro Negro (2020), Curso em Dramaturgia Negra (2020) e do Grupo de Extensão em Crítica Teatral da UNIR.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Reconstruir os afetos, refazer os laços: retomada das artes

 

Adailtom Alves Teixeira[1]

O desmonte das poucas e raras políticas públicas de cultura, somados aos ataques constantes que os fazedores de arte vêm sofrendo, pelo menos desde 2016, são impressionantes. Os artistas foram eleitos inimigos públicos por uma rede de ódio, direcionados a partir do alto escalão do poder. Somado a tudo isso, uma pandemia que já dura mais de dois anos. Os artistas foram os primeiros a pararem suas atividades, sendo os últimos a retornarem, tendo que, nesse ínterim, adaptar-se as novas plataformas digitais e linguagens distintas da que praticavam. É certo que muitos/as ficaram pelo caminho, desistiram, devido a dureza da sobrevivência e os estragos ainda não sabemos por completo. Um viva a todas e todos que até aqui sobreviveram!

Estamos retomando ao presencial, mas, devido aos propagadores do ódio que estão espalhados por toda nossa sociedade, não será uma retomada fácil. Temos acompanhado casos de ofensas e de incompreensão do papel da arte em toda e qualquer sociedade. Para citar dois casos próximos e recentes, procurando interferir no fazer e na forma como as demais pessoas podem ter ou não acesso a arte, dois cidadãos ditos “de bem”, procuraram interferir, sobretudo junto às autoridades constituídas, leia-se secretários e prefeitos, no Festival Matias de Teatro de Rua, realizado no Acre pela Cia Visse Versa, em outubro de 2021 e, mais recentemente, abril de 2022, em uma apresentação do Mamulengo da Folia no interior de São Paulo. A tentativa de censura é, sobretudo, clamando por uma arte isenta; desconhecem o fato de que toda arte é política. Como afirmava Aristóteles, ninguém escapa a esta arte maior chamada política. Viver em sociedade é um ato político. No entanto, como vivemos em um país onde ainda bem poucas pessoas fruiem arte e entendem quase nada do papel dos e das artistas em uma sociedade, é provável que acompanharemos muitas agressões e barbaridades nessa retomada. Precisamos avançar. Somos uma sociedade autoritária e violenta, mas precisamos ajudar a instaurar uma cultura de paz, por meio do nosso fazer artístico.

A ocupação dos espaços é tema fertilizador de uma cultura de paz, com suas rodas de conversa, caminhadas, passeatas, enfim, ações nas ruas, como elementos formadores de cidadania. Junto com isso, a valorização do diálogo e escutas em conversas públicas, e a importância das políticas públicas de Cultura de Paz nas redes culturais e nos contextos comunitários e sócio culturais de vulnerabilidade (FARIA; GARCIA; SOUZA, 2013, p. 10).

Teremos que nos desdobrarmos em muitas ações, ainda que estejamos em frangalhos, pois somos fundamentais na reconstrução dos afetos em nosso país. A cultura de paz pode soar contraditória em um momento histórico com tanto ódio a nos dividir, mas nos parece que este é o caminho mais assertivo a ser percorrido. A não violência deve estar em todos os nossos atos, isso não significa baixarmos a cabeça e aceitarmos os absurdos e violências, pelo contrário, no entanto, nosso esforço deve ser o diálogo, mesmo aqueles mais difíceis que surgirão à nossa frente. Faz-se necessário o diálogo também com outras áreas do saber, é fundante, e nesse aspecto a educação é, sem dúvida uma das mais férteis – não à toa também negligenciada e sob ataque. Nessa retomada, todo diálogo, apoio e parcerias, serão bem-vindas.

O diálogo a partir de nossas comunidades, nossos territórios, são o ponto de partida. Vamos deixar de lado a crença popular de que santo de casa não faz milagre, afinal é aí que estar o nosso pertencimento. E, a partir do local, de baixo para cima, ampliarmos nossas redes. Sejamos articuladores ativos, para que as redes comecem a balançar e embalados por elas, fiquemos mais fortes. Somos importantes na virada que o Brasil precisa dá e a ação a partir de nossas comunidades, ampliando-as por meio das redes construídas e/ou fortalecidas, fará muita diferença nesse processo de mudança, que sabemos não será imediato, mas precisamos avançar. O caminho se faz no caminhar.

O diálogo que proponho nos pede um exercício de atenção constante para não mergulharmos em certo etnocentrismo, no qual venhamos a nos caracterizarmos como donos da verdade. O diálogo precisa ser honesto e verdadeiro. Precisamos nos abrir para o diferente, para o/a outro/a: “A nossa riqueza reside na diversidade de várias faces, que devem ser preservadas através de conflitos e conciliações, na busca de uma sociedade mais justa. É a experiência da alteridade que nos leva a nos reconhecermos uns nos outros (GARCIA, 2013, p. 36). A arte é nosso passaporte para a conversa inicial, mas precisará de outras ações, outras formas de diálogo: espaços de trocas e conversas, possibilidades para que o público experimente nossas linguagens artísticas e, assim, irmos nos aproximando, enquanto eles e elas compreendem mais o nosso fazer e nosso papel, para que juntas/os compreendamos e avancemos como cidadãos interessados em nosso país. O poeta e doutor em antropologia, Pedro Benjamin Garcia, citando um pensador polonês, L. Kolakowski, afirma que “a arte é um modo de perdoar a maldade e o caos do mundo”, mas perdoar não é justificar o mal ou se reconciliar com ele, mas sim, como complementa o citado pensador:

Perdoar tem outro sentido. A arte organiza as percepções com respeito ao mundo do mau e do caótico, introduzindo a compreensão da vida de maneira tal que a presença do mau e do caos se converte na possibilidade de minha iniciativa com respeito ao mundo, que leva em si, mesmo o seu próprio bem e o seu próprio mal. Para que possa ser assim, a arte deve recobrir no mundo o que sua aparência não proporciona, ou seja, o encanto secreto de sua feiura, a deformação oculta de sua graça, o ridículo de sua elevação, a pobreza do luxo e o custo da pobreza; em uma palavra: deve descobrir todas as fibras secretas sufocadas pelas qualidades empíricas e que convertem em partículas de nosso fracasso ou de nosso orgulho (L. Kolakowski apud GARCIA, 2013, p. 37).

Sejamos férteis, revelemos “a feiura que vivemos”. Vamos encher o mundo com nossa arte, ampliando nossas redes para frutificarmos ainda mais nossos diálogos e, assim, ajudarmos a superar este momento histórico tão terrível pelo qual todas e todos passamos. Se o diálogo fracassar, a violência grassará. Vamos olhar o mundo com espanto e convidar nossos semelhantes a se espantarem conosco, sem perder jamais nossa ludicidade, nossa alegria! Como nos lembra o nosso grande educador, Paulo Freire, ninguém ensina sem aprender, ninguém aprende sem ensinar. Nessa ciranda maior que é a vida, vamos, então, aprender e ensinar; ensinar e aprender com o/a outro/a. Vamos conviver. Não será fácil, mas parece que a encruzilhada a que chegamos nos convida à ação. Como nos lembra outro educador, Luiz Rufino, na nota introdutória de seu Pedagogia das encruzilhadas,

A encruzilhada é a boca do mundo, é saber praticado nas margens por inúmeros seres que fazem tecnologias e poéticas de espantar a escassez abrindo caminhos. Exu, como dono da encruzilhada, é primado ético que diz acerca de tudo que existe e pode vir a ser. (...) A sua face brincante, transgressora, pregadora de peças, é o contraponto necessário a esse latifúndio de desigualdade e mentira (2019, p. 5).

Que Exu abra nossos caminhos, que toda ginga e malandragem de nossos ancestrais nos inspire e nossas artes frutifiquem em férteis diálogos afetuosos, e juntos e juntas com a população, possamos ajudar a parir um novo Brasil.

 

Bibliografia

FARIA, Hamilton; GARCIA, Pedro; SOUZA, Valmir de. Apresentação. In: FARIA, Hamilton; GARCIA, Pedro; SOUZA, Valmir de (Orgs.). Cultura viva, políticas públicas e cultura de paz. São Paulo: Instituto Pólis, 2013.

GARCIA, Pedro Benjamin. Interculturalidade e cultura de paz. In: FARIA, Hamilton; GARCIA, Pedro; SOUZA, Valmir de (Orgs.). Cultura viva, políticas públicas e cultura de paz. São Paulo: Instituto Pólis, 2013.

RUFINO, Luiz. Pedagogia das encruzilhadas. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2019.



[1] É professor do Departamento Acadêmico de Artes da Universidade Federal de Rondônia (Unir) no Curso Licenciatura em Teatro; Doutorando em Artes no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp); Mestre em Artes pela mesma instituição; Graduação em Licenciatura em História pela Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). Ator e diretor teatral com 26 anos de experiência, dedicados sobretudo à pesquisa e à prática em teatro de rua; integrante do “Grupo de Pesquisa Práxis Épico-Populares em Perspectivas Críticas: documentação de experimentos teatrais” (CNPq) e do “PAKY`OP Laboratório de Pesquisa em Teatro e Transculturalidade: práxis, reflexões e poéticas pedagógicas”, (CNPq) no qual coordena a linha de pesquisa Memórias da Cena Amazônica. É articulador e um dos fundadores da Rede Brasileira de Teatro de Rua; foi um dos fundadores do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo; é membro fundador do Teatro Ruante. Em 2020 publicou pela Giostri Editora o livro Teatro de Rua - identidade,

território.

terça-feira, 1 de março de 2022

Festival PalhAçaí (2ª edição) – PROGRAMAÇÃO GRATUITA

 2ª edição do Festival PalhAçaí – PROGRAMAÇÃO COMPLETA E GRATUITA

O Teatro Ruante irá realizar a 2ª edição do Festival PalhAçaí de 04 a 13 de março de 2022, serão 8 espetáculos e 8 números circenses das cinco regiões do Brasil.

O projeto foi contemplado no Edital Nº 32/2021/SEJUCEL-CODEC - 2ª Edição Pacaás Novos – Prêmio Para Difusão de Festivais, Mostras e Feiras Artísticos-Culturais e afirma-se como um evento importante da arte circense para o estado de Rondônia.

Para Selma Pavanelli, produtora e integrante do Teatro Ruante, “é a possibilidade de mostrar Rondônia para o restante do Brasil”, já Jamile Soares, também integrante do grupo, “é uma oportunidade de conhecer o que vem sendo produzido pelo Brasil, na arte da palhaçaria e do mundo circense”, diz.

 



Sobre o Festival

A 2ª edição do Festival PalhAçai ocorrerá entre os dias 04 a 13 de março de 2022, sendo apresentado por mestras e mestras de cerimonia, integrantes do Teatro Ruante e serão responsáveis por mediar os debates ao vivo entre os grupos participantes e o público virtual. 

O Festival será totalmente gratuito e transmitido via plataforma digital, Youtube e Facebook, com oito espetáculo circenses (gravados) de grupos/coletivos de todas as regiões do Brasil. Ao final de cada dia de exibição, um bate-papo com os grupos participantes complementa a programação, que contará com tradução em libras para a comunidade surda.

Ainda na programação, haverá uma roda de conversa com as artistas-pesquisadoras  Cida Almeida e Ermínia Silva, sobre o tema “A arte da palhaçaria em tempos de pandêmia”, discutindo a reinvenção da linguagem em tempos de COVID-19, bem como os rumos da arte circense.

 

PROGRAMAÇÃO NAS REDES DO TEATRO RUANTE

SEMPRE ÀS 19H NOS CANAIS DO YOUTUBE E FACEBOOK

 

Dia 04 de março de 2022

·        Femenagem à atriz, diretora e produtora Claudia Toledo (AC)

Femenageada Cláudia Toledo - divulgação

Atriz, Diretora, Coreógrafa, Figurinista, Aderecista e atualmente Diretora da Cia. Visse e Versa e membra fundadora, atuando também na produção de projetos de circulação, formação, difusão e de Festivais realizados pela Cia. Visse e Versa e pela FETAC (Federação de Teatro do Acre), a qual é filiada desde 2008. Licenciada em Letras Inglês pela UFAC, com especialização em Educação Especial. Professora de Arte Educação, Dança e Teatro na rede pública e privada de ensino.

 

·        teATrO RUAnte (RO) - A muy lamentável e cruel história de Píramo e Tisbe

A peça é um fragmento de Sonho de uma noite de verão, de William Shakespeare, escrita em fins do século XVI, A Trupe é contemplada com o Edital Cultural de Old Port, e na montagem do espetáculo as palhaças e o palhaço (Tuminga, Tinnimm, Belona e Mazela) recriam com a ajuda do público essa “trágica e atrapalhada” história de amor. Montagem realizada com recurso do Prêmio SESC de Incentivo às Artes Cênicas 2018.

Píramo e Tisbe - Foto Elias Oliveira

Ficha Técnica

Palhaças/o /Atuadores: Jamile Soares - Palhaça Tuminga, Selma Pavanelli - Palhaça Tinnimm, Stephanie Matos - Palhaça Belona e Bruno Selleri - Palhaço Mazela

Direção e Adaptação do Texto: Adailtom Alves

Figurino: Selma Pavanelli e Rita Magno

Cenário: Selma Pavanelli, Ismael Barros e Adailtom Alves

Técnica: Stephanie Matos

Tempo: 55 min.     

Classificação: Livre

O grupo: Sediado na cidade de Porto Velho/RO desde 2015, vem contribuindo com a cena local, por meio de suas montagens teatrais e outras ações artísticas como suas temporadas, oficinas circenses e de palhaço, Mostra de Repertório e o Festival PalhAçaí. O grupo tem como fonte inspiradora o universo popular e busca fundir em seus espetáculos a linguagem circense, o teatro de rua e a música; tem como propósito apresentar-se em espaços abertos e alternativos, visando uma comunicação direta com o público das mais variadas idades. Atualmente o grupo conta com quatro espetáculos em repertório: A Muy Lamentável e Cruel História de Píramo e Tisbe (2018), Cabaré Ruante (2017), Era uma vez João e Maria... e ainda é (2016), Histórias de Contar (2016) e Que Palhaçada é Essa Aqui? (2015).

 

Dia 05 de março de 2022

·        Mano a Mana (SP) - Papéis Acrobáticos

Mano a Mana - divulgação


Somos praticantes da acrobacia a dois, chamada, entre outros nomes, de Mão a Mão. Este trabalho surgiu de nossa reflexão sobre como cada um de nós, porto e volante, atua de forma co-responsável para alcançar resultados. Entendemos a evolução dos truques como consequência direta do desenvolvimento de uma relação sobre bases de diálogo e cuidado. Compartilhar esse trabalho é expor nosso desejo de que o afeto que nos move toque na mesma profundidade quem nos assiste. Assim como a acrobacia a dois, é dupla entrega.

Ficha técnica

Criação e concepção: Mano a Mana

Artistas circenses: Dyego Yamaguishi e Marília Mattos

Vozes: Dyego Yamaguishi e Marília Mattos

Filmagem: Aline Bartcus

Figurino: Aline Bartcus

Arte digital: Marília Mattos

Edição: Dyego Yamaguishi

Faixa Etária: LIVRE

Formato: Vídeo gravado

Duração: 4 min

Classificação: Livre

A dupla: Nasce em setembro de 2019 formado por Dyego Yamaguishi e Marília Mattos. Primeiro pelo desejo de treinar juntos, depois mobilizados a disseminar as técnicas de Mão a Mão e Acrobacias a partir do cuidado. Seu trabalho se apoia no tripé interdependente: desenvolvimento técnico, criação artística, e formação. Além das técnicas de Mão a Mão e Acrobacias, em 2021 o grupo iniciou os estudos com a Barra Russa, e desenvolve ações para viabilizar a ampliação de praticantes da técnica no Brasil.

 

·        Coletivo FusCirco (CE) - Risita Surpresa

FusCirco - divulgação

Senhoras e senhores, com vocês ele, o Palhaço Pitchula, em cima do monociclo girafa, com os olhos vendados, jogando para cima três facões. Pitchula que é um palhaço completo, mostra para o público toda sua habilidade, trazendo ao centro da apresentação o equilibrismo misturado com a coragem do palhaço. Com A ajuda de sua parceira Rupi, ele desafia sua labirintite, se arriscando nas alturas em um clássico número de circo e leva o público ao delírio.

Ficha técnica

Direção: Henrique Rosa

Elenco: Amanda Santos, Henrique Rosa

Figurino: Cris Rodrigues

Fotografia e Edição: Gael Brito

Tempo: 26min

Classificação: Livre

O grupo: Atua com atividades circenses desde 2019 na cidade de Fortaleza/CE, é uma organização onde se pesquisa, cria, produz, circula e exibe a arte circense, com foco na linguagem do palhaço popular nordestino, em múltiplos espaços, para um público intergeracional. Atualmente o coletivo é composto por Henrique Rosa, o Palhaço Pitchula e Amanda Santos, a Palhaça Rupi.

 

Dia 06 de março de 2022

·        Cia Theastai de Artes Cênicas (MS) - O Grande Salto

O grande salto por Vaca Azul

De João Rocha que traz para o picadeiro um trabalho que mescla a arte do palhaço com a técnica de trampolim acrobático de uma forma irreverente, juntando a inovação com a tradição dos circos. Entre o riso e a tensão O Grande Salto faz o público delirar de alegria.

Ficha técnica

Direção e atuação: João Rocha

Direção de técnica circense : Junior de Oliveira

Preparação física e figurino: Társila Bonelli

Edição: Tatiana Verela Besteiro

Operador de câmara: Wesley Pardo

Tempo: 7 min.

Classificação: Livre

O grupo: Theastai, na concepção grega, significa ver, contemplar, olhar. Há 12 anos alguns artistas oriundos do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD reuniram-se no intuito de investigar e pesquisar mais a fundo as linguagens aprendidas nas aulas. O início da pesquisa da Cia. Foi a investigação da obra Uma reportagem maldita – Querô, do dramaturgo Plínio Marcos. Em 2011, desta forma, o grupo produziu e estreou a peça Querô - Uma reportagem maldita, celebrando, assim, o nascimento da Cia. Theastai. Nos dois anos seguintes – 2011 e 2012 – a Cia. produziu e realizou a I e II Mostra Independente de Teatro de Dourados – MIT – e o 1o, 2o e 3o Encontro de Palhaços em Dourados/MS.

 

·        Trupe Lona Preta (SP) – O Circo Fubanguinho

O circo fubanguinho - foto Lenon César Ambar

Um espetáculo inspirado nas charangas, farsas e bufonarias. As músicas pontuam e costuram o enredo. Nele, dois palhaços, demitidos e expulsos do picadeiro, tentam se inserir a qualquer custo.

Ficha técnica

Direção: Sergio Carozzi e Joel Carozzi

Elenco: Alexandre Matos, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Sergio Carozzi e Wellington Bernado.

Produção: Henrique Alonso

Assistente de Produção: Dona Méris e Márcia Carozzi

Cenografia: Xisté Marçal

Tempo: 50 min.

Classificação: Livre

O grupo: A Trupe Lona Preta, grupo de teatro composto por pessoas que mobilizam diversas linguagens artísticas, tais como: música, teatro, artes plásticas e cinema, surgiu em 2005, a partir da experiência em saraus e intervenções artísticas organizadas na zona oeste e sul de São Paulo, dialogando com associações de moradores da região e movimentos culturais. Tal experiência coincidiu com o desenvolvimento de uma pesquisa sobre a linguagem do palhaço, o que incentivou ainda mais a prática de colocar em cena, tanto nos saraus como nas ruas, os esquetes criados coletivamente. Desde então, realizamos inúmeras apresentações circulando por centenas de bairros e comunidades da região metropolitana de São Paulo, Festivais Nacionais e Internacionais de Teatro e também grandes circuitos culturais.

 

Dia 08 de março de 2022

·        Roda de conversa – Arte da Palhaçada em tempos de pandemia com Cida Almeida e Ermínia Silva

Discussão acerca da sobrevivência, pesquisa e reinvenção tem tempos pandêmicos por parte dos artistas circenses.

Cida Almeida - divulgação

Cida Almeida - Nascida em Salvador-Bahia em1962. Educadora, Atriz e Diretora formada pela ESCOLA DE ARTE DRAMÁTICA-ECA/USP e pela UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA - UNISUL, em Filosofia. Produtora Cultural e Artista pesquisadora com foco no Intérprete Fabulador desenvolvida atualmente em mestrado pela UNESP sob orientação da Prof. Dra. Carminda André. Ministra cursos, dirige espetáculos e mantem um núcleo de estudos e pesquisa da arte cômica desde 87 no CLÃ Estúdio, com vistas à divulgação e à formação de artistas por meio de uma pedagogia das mascaras para o Intérprete Cômico e Popular Brasileiro.

Erminia Silva - divulgação

Erminia Silva - Doutora em História Social da Cultura pelo IFCH da UNICAMP. Co-Coordenadora do site Circonteudo – portal da diversidade circense. Co-Coordenadora do CIRCUS - Grupo de Pesquisa em Circo – na FEF – UNICAMP. Professora da Eslipa - Escola Livre de Palhaços, desde 2012. Coorganizadora do Grupo PSIRCOS.  Diversas publicações em livros e artigos que se encontram disponíveis on line no www.circonteudo.com. – Indicada e vencedora entre cinco finalistas do Prêmio Governador do Estado para a Cultura – Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura, 2012. Co-Curadora da 54ª Ocupação Itaú Cultural – Benjamim de Oliveira, novembro de 2021.

 

Dia 09 de março de 2022

·        DuCafundó (MT) - Kombinando com Cerrado

DuCafundó - divulgação

Após o fechamento do circo, dois artistas saem em busca de situações que os façam continuar a viver a arte, criando um universo lúdico e cheio de imaginação, onde se arriscam em situações hilariantes para não se perderem da felicidade. Kombinando com Cerrado é um espetáculo humorístico, circense e poético, onde todos são bem-vindos.     

Ficha técnica
Idealização de Jonatan Pontes e Edivaldo Silveira, produzido através da Lei Emergencial Aldir Blanc/2020.

Concepção:  duCafundó – Jonatan Pontes e Edivaldo Silveira

Direção Artística: Isis Anunciato

Direção Musical: Edivaldo Silveira

Roteiro: duCafundó

Elenco: Edivaldo Silveira e Jonatan Pontes

Figurino:  duCafundó

Cenário e Adereços: duCafundó

Costura de Figurinos: Tranzatto festas.

Direção de produção: Ísis Anunciato

Produção Executiva: Jonatan Pontes

Produção e Administração: Edivaldo Silveira

Supervisão Geral: Jonatan Pontes

Tempo: 35 min.

Classificação: Livre

O grupo: A Cia. Du Cafundó está instalada na cidade de Rondonópolis-MT e desenvolve trabalhos artísticos junto à comunidade local e demais regiões do país. Edivaldo Silveira é natural do Mato Grosso e Jonatan Pontes nasceu no Rio de Janeiro, se tornaram uma dupla de palhaços na Escola nacional de Circo Luiz Olimecha – ENCLO e desde então percorrem o país integrando a arte circense aos diversos aspectos culturais do Brasil.

 

·        Alice Araújo (AP) - As reprises nossa de cada dia

Alice Araújo - divulgação

Com um baú de surpresas, esbanjando toda a sua elegância e trapalhada em AS REPRISES NOSSAS DE CADA DIA a palhaça Perualda se apresenta ao público na forma mais pura (mais desajeitada), sozinha no palco se coloca em contato direto com o espectador em um jogo permanente da palhaça com o público, e o que seria situações normais do dia-a-dia transformam-se em muitos risos, acabando em uma grande e divertida confusão.       

Ficha técnica

Palhaça Perualda - Alice Araújo

Sonoplasta e Produtor - Washington Silva

Iluminador - Emerson Rodrigues

Acesso de comunicação e registro - Paulo Rocha

Tempo: 25 min.

Classificação: Livre

A artista: Atriz, Palhaça, Pesquisadora, Arte educadora na Rede pública de Ensino,  Coordenadora do Projeto Corda Bamba no Equador, representante da Região Norte, no Colegiado Nacional de Circo, do Conselho Nacional de Políticas Culturais-CNPC-MINC (Biênio 2015/2017), formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, acadêmica do curso de licenciatura em Teatro, Pós-graduada em Estudos culturais e políticas públicas na mesma universidade; Acumula os títulos de Honra ao mérito pelos serviços prestados a palhaçaria amapaense, concedidos pelo Conselho estadual de cultura no ano de 2019 e em 2021 pela câmara de vereadores de Macapá.

                   

Dia 10 de março de 2022

·        Taiane Sales (RO) - A mais nova novidade

Palhaça Firmina - divulgação

É um episódio da série chamada Pílulas da Firmina, a qual a palhaça oferece dicas para tornar a rotina durante a pandemia menos chata. Neste episódio ela apresenta um produto que é A mais nova novidade, que ela mesma descobriu, sem querer querendo, e que agora quer compartilhar com grande entusiasmo.

Ficha técnica

Concepção, roteiro, atuação: Taiane Sales

Produção: Semear Cultura

Identidade Visual: Betânia Avellar

Figurino: Selma Pavanelli

Filmmaker: Édier William

Edição: CasaQuatro Vídeos

Tempo: 4min

Classificação: Livre

A artista: Artista independente, licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Rondônia e pós graduanda em Produção Cultural, Arte e Entretenimento pela Faculdade Serra Geral. Como atriz está na cena rondoniense a mais de 10 anos, mas, atualmente se desdobra como performer, palhaça e produtora.

 

·        Teffy Rojas (AM) - Cualquier dia

Teffy Rojas - divulgação

O período de pandemia que o mundo está experimentado transformou por completo nossa realidade, para um artista, seja qual seja sua arte, não ter contato com a plateia que dá vida a ele, se tornou desafiador, Cualquier dia, relata a sensação de querer escapar das 4 paredes ao mundo que uma vez foi normal, mas para isso redescobrir como artista é peça chave nessa história.
Ficha técnica

Direção e criação : Teffy Rojas

Direção de fotografia: Valentina Ricardo

Tempo: 7 min.

Classificação: Livre

A artista: Artista venezuelana formada na Escola Circo Nacional de Venezuela em 2012, fazendo parte da equipe criativa da Fundacion Circo Nacional de Venezuela até finais de 2016; a princípio de 2017 decidiu emigrar ao Brasil e atualmente reside em Manaus-Amazonas, fazendo parte de vários grupos de circo e teatro da cidade, assim como também desenvolve projetos independentes que ajudem o crescimento das artes circenses na cidade.

 

·        Rainhas do Radiador (SP) - Raiow Rainhas!

Raiow Raínhas - divulgação

O circo chegou trazendo as atrações mais espetaculares do momento. Você não pode perder as finais do campeonato de Luta Livre, as canções da Mulher Centopeia, as mágicas e ilusionismos das trigêmeas SimSalaBim, e muito mais! Quem ficava de fora, agora ocupa o centro do picadeiro e promete abalar as estrutura com toda sua potência.

Ficha técnica

Direção: Geisa Helena

Elenco: Aline Hernandes, Ana Pessoa e Loi Lima

Trilha Sonora: Laruama Alves e Leandro Goulart

Treinamento Acrobático: Raphaela Olivo e Nicolas Mancialez (Duo Verse)

Treinamento em Luta Livre: Sara Soares

Concepção de Cenário e Figurino: Maria Zuquim

Confecção Figurinos: Rita de Cassia Martins Freitas

Confecção Cenário: Mônica Cristina da Rocha

Cenotécnico: Zé Valdir de Albuquerque

Captação de Imagem e Edição: Cleciane Tomé

Libras: Everton Tibúrcio

Tempo: 46min.

Classificação: Livre

O grupo: Formado por três palhaças, o Coletivo, pesquisa palhaçaria, comicidade física e luta livre. Já circulou por diversos Estados do Brasil. Foi contemplado com a Lei de Fomento ao Circo para montagem de seu espetáculo Raiow Rainhas. Tem os seguintes espetáculos em repertório: A Andarilhha, direção Dagoberto Feliz e contemplado pelo Proac 2020, Quizumba. O Coletivo também atua e ministra oficinas em parceria com a ONG Palhaços Sem Fronteiras realizando projetos no Brasil e América Latina. Em 2020 realizou projetos online em parceria com Sescs e Prefeitura. O coletivo já participou de diversos festivais de circo e palhacaria no país.

 

Dia 11 de março de 2022

·        Minúsculo Circo Caracol (TO) - Um Conto de fogo

Um conto de fogo - divulgação

O autor conta sua vivencia com o elemento fogo através da pirofagia. Número criado durante a pandemia, tentando aproveitar a linguagem do áudio visual para poder chegar no público.

Ficha técnica

Criação e produção: Alfredo Germán Vera

Camaras: Andre Rodriguez, Marina Marquez

Libras: Marcus Lua

Tempo: 7 min.

Classificação: Livre

O artista: Nascido em Buenos Aires, Argentina. Aprendeu a arte do circo fazendo malabarismos no semáforo, que passou a ser seu ganha-pão para viajar por seu país, criando um espetáculo de rua. Com a entrada no Brasil conheceu as escolas de circo, treinando diversas modalidades em 3 escolas e apresentando tecidos. Há 8 anos faz parte do circo OS KACO como artista, capataz e reciclador.

 

·        Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais (RS) - Circo de Horrores e Maravilhas

Circo de horrores e maravilhas - foto Lu Oliveira

Farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas 'diferentes' como objetos de diversão. O espetáculo reflete sobre a exclusão, de uma forma divertida e poética.

Ficha técnica

Texto e Trilha Sonora: Fernando Kike Barbosa e Vera Parenza

Direção: Cláudia Sachs e Vera Parenza

Atuação: Roberta Darkiewicz e Vera Parenza

Preparação e Direção Musical: Simone Rasslan

Arranjos: Beto Chedid

Tradução para Libras: Luciano Abreu

Figurinos e adereços: Alexandre Magalhães e Silva

Cenografia: Luís Marasca

Assistente de Cenografia: Lia Rodrigues

Produção: Hamilton Leite e Vera Parenza

Tempo: 42min.

Classificação: Livre

O grupo: A Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais foi fundada em Porto Alegre/RS em 1999, e desde então mantém um trabalho contínuo e de pesquisa em teatro de rua, teatro de sombras, execução da trilha sonora ao vivo pelos próprios atores, linguagem gauchesca para o teatro e dramaturgia para o teatro de rua. Já encantou o público com mais de 1.500 apresentações em mais de 100 cidades do Rio Grande do Sul, 25 estados brasileiros, DF e exterior, atingindo um total de 500.000 pessoas. Participou dos mais importantes festivais e mostras teatrais do Brasil e alguns do exterior. Também levou seu trabalho a diversos lugares onde o teatro geralmente não chega, democratizando o acesso à arte.

 

Dia 12 de março de 2022

·        Circo Caramba (SP) - SI MI RE LA NO SOL FA

Circo Caramba - foto Gisele Cerqueira

Em tempos de pandemia e distanciamento social, o Palhaço Jerônimo irá se multiplicar e se transformar em uma banda virtual. Utilizando instrumentos convencionais e inusitados, interpretará de maneira muito peculiar algumas músicas mundialmente conhecidas.

Ficha Técnica

Criação, atuação e edição: Thiago Sales

Produção: Circo Caramba

Tempo: 7min.

Classificação: Livre

O grupo: Sediado em Campinas/SP, foi criada em 2009 por Thiago Sales. A carreira do artista teve início no ano de 2003, quando nasceu seu palhaço, o Jerônimo. Ao longo de sua trajetória, o Circo Caramba vem sendo reconhecido pela qualidade artística de suas produções e pela forma criativa como une a linguagem da palhaçaria a outras modalidades circenses e, em especial, à música.

 

·        Palhaço Ritalino (PR) - O MELHOR SHOW DO MUNDO... na minha opinião

O MELHOR SHOW DO MUNDO...
foto de Jorge Mariano

Antes que o show comece, está na hora do Ritalino vender pipocas ao respeitável público! Porém, não há artistas, e sem artistas, não tem show! Sem show o público vai embora e o pipoqueiro não fatura! Então, para garantir a venda da noite, Ritalino tem que subir ao palco.

Ficha técnica

Criação e Atuação: Tiago Marques | Palhaço Ritalino

Iluminação: Borracha Souza

Técnica Stand In: Carol Vaccari

Produção: Carol Vaccari

Adereços: Tiago Marques e Vanessa Yamamoto

Costura: Rosimeire Teixeira

Fotografia: Thaís Fujarra e Jorge Mariano

Registro em vídeo: Lafaiete do Vale

Design gráfico: Carlos Nacci

Consultoria de produção: Daniele Sampaio | SIM! Cultura

Tempo: 55min.

Classificação: Livre

O artista: Tiago Marques é formado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina e mestrando em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas. Em seu repertório possui os espetáculos “O MELHOR SHOW DO MUNDO... na minha opinião”, que foi indicado ao Prêmio Gralha Azul de melhor ator do Paraná por sua atuação neste espetáculo, In Concertina, que realizou uma turnê europeia em 2017 passando por 4 países, O AstroLábia, espetáculo ao vivo e online e O Carteiro, que contou com patrocínio da Funarte 2020. Em 2019 o ator completou 10 anos atuando como Palhaço Ritalino em Londrina/ Paraná.

 

Dia 13 de março de 2022

·        Cia Tu Mateixa (SP) - Gabinete de Curiosidades

Gabinete de curiosidades - foto Laura Faleiros

Um espetáculo de marionetes de fios que tem como temática o tempo, com uma história que se passa dentro de um relógio. Diversas personagens vivem o exato instante em que as engrenagens param e a partir disso, coisas muito curiosas passam a acontecer.

Ficha técnica

Confecção e manipulação de marionetes: Júlia Barnabé e Rocío Walls

Direção: Carla Candiotto

Concepção e Dramaturgia: Carla Candiotto, Júlia Barnabé, Rocío Walls

Trilha Sonora Original: Danielle Siqueira, Danilo Rodrigues e Domingo Duclos

Cenografia: Pierre Franclet, Eduardo Salzane, Valentin Fileteado, Júlia Barnabé e Rocío Walls

Figurinos: Elisa Rossin

Costureira: Ateliê Belas Modas

Adereços de figurinos e cenografia: Laura Alves - Ateliê Clã das Cores

Fotos e Vídeos: Marina Decourt - Multiversos Audiovisual

Produção Geral: Cia. Tu Mateixa Marionetes

Tempo: 22min.

Classificação: Livre

O grupo: Desde 2015 sediada em São Paulo, a Cia Tu Mateixa Marionetes foi criada por Júlia Barnabé a partir da confluência entre as linguagens de bonecos, teatro físico, circo e humor. Em 2016, a cia. estreia o espetáculo Laia e o Voo da Imaginação e, desde então, vem circulando por diversos festivais de teatro e circo em mais de 10 países entre América Latina, Europa, Ásia e África. Em 2019, a marionetista argentina Rocío Walls, com longa trajetória em teatro de marionetes, passou a integrar a cia. Em 2020, foi contemplada pelo Fomento ao Circo da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e em 2021 estreou o espetáculo Gabinete de Curiosidades com direção de Carla Candiotto.

 

·        Lamira Artes Cênicas (TO) - Luna de Miel

Luna de miel - divulgação

O espetáculo retrata a história de um casal de palhaços que, após o casamento,  saem para a lua de mel. E na lua de mel vão passar por inúmeras aventuras que farão descobrir que o amor e a palhaçaria são os melhores antídotos para as dificuldades.

Ficha técnica

Direção Clown: Oscar Zimmermann – Fundador da Palhaçaria Chilena

Concepção: Carolina Galgane, João Vicente e Oscar Zimmermann:

Coordenação Geral: Carolina Galgane

Coreografia: João Vicente

Iluminação: Lúcio de Miranda

Figurino e Designer de Aparência SP/SP: Adriana Vaz, Rogério Romualdo e Oscar Zimmermann

Cenografia: João Vicente e Vívian Oliveira

Vídeo Mapping: Lu Izidoro

Artistas: Carolina Galgane e João Vicente

Tempo: 50 min.

Classificação:Livre

O grupo: Uma companhiaTocantinense que se consolidou através de uma estética própria, que utiliza a fisicalidade como ponto de intercessão entre as linguagens da dança, teatro e circo. Desde seu início, a LAMIRA constrói espetáculos que servem de referência estética à capital onde está inserida. Representando a produção cênica tocantinense pelo Brasil, a Cia. já circulou em 25 Estados e o Distrito Federal, percorrendo todas as cinco regiões do país, em mais de 84 cidades brasileiras e todas as capitais (exceto Aracaju).

 

 

Sobre o Teatro Ruante, realizador da Mostra

Presente na cidade de Porto Velho/RO desde 2015, o coletivo vem contribuindo com a cena artística local e amazônica por meio de suas montagens teatrais, oficinas de palhaço, de técnicas circenses e teatro, produção de eventos e o Festival PalhAçaí. O Teatro Ruante também tem participado com seus espetáculos de festivais em outros estados do Brasil.

Teatro Ruante - divulgação

O grupo tem como fonte inspiradora o universo popular e busca fundir em seus trabalhos a linguagem circense (sobretudo da arte da palhaçada), o teatro de rua e a música. Tem como propósito apresentar-se em espaços abertos e alternativos, visando uma comunicação direta com o público das mais variadas idades.

Em 2018 foi contemplado com o Prêmio Sesc de Incentivo às Artes Cênicas; em 2019 foi contemplado com o Prêmio Funarte de Incentivo ao Circo; em 2020 foi contemplado com editais da Funcultural e pode realizar um documentário sobre sua trajetória; ainda em 2020 foi contemplado também com o Edital Pacaás Novos, da Sejucel e realizou a 1ª edição do Festival PalhAçaí – circo teatro; e novamente em 2021 no mesmo edital, possibilitando a realização da 2ª edição do Festival.

Atualmente o Teatro Ruante tem em seu repertório os seguintes espetáculos: Cotidiano-mulher (2019), A muy lamentável e cruel história de Píramo e Tisbe (2018), Cabaré Ruante (2017), Era uma vez João e Maria... e ainda é (2016), História de contar (2016) e Que palhaçada é essa aqui? (2015). Produziu para seu canal no YouTube Metendo o nariz (2019) e Quarentena Ruante (2020).

 

Canais de exibição da programação: YouTube (https://www.youtube.com/c/teATroRUAnte) e Facebook (https://www.facebook.com/TeatroRuante)

Maiores informações: (69) 98164-3332