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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Festival PalhAçaí de 05 a 14 de março de 2021

 FESTIVAL PALHAÇAÍ – 05 a 14 de março de 2021


Em março, de 05 a 14, ocorrerá o 1º Festival Palhaçaí – Circo e Teatro com presença já confirmada de grupos de dez estados do Brasil: AC, AM, PA, RO, CE, ES, RJ, SP, PR e RS. Esta edição fará uma homenagem à palhaça Kandura – Selma Bustamante – (1956-2019) artista do Grupo Baião de Dois, sediado em Manaus/AM e que desenvolveu significativo papel na divulgação da palhaçada (Mais informações aqui).
Os Palhaços de Rua - Foto: Valéria Félix


O Festival terá ainda um encontro especial com as PALHAÇAS DO NORTE, grupo de mulheres palhaças que pensam, debatem e desenvolvem a palhaçada feminina.

O Festival é uma realização do Teatro Ruante, contemplado no Edital nº 80/2020/SEJUCEL-CODEC - 1ª EDIÇÃO PACAÁS NOVOS DO EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA DIFUSÃO DE FESTIVAIS, MOSTRAS E FEIRAS ARTÍSTICAS E CULTURAIS – EIXO I – Festival Cultural - ITEM II – ARTES CÊNICAS, tendo como proponente a atriz Jamile Soares.

A programação será transmitido via plataforma digital (Facebook e YouTube), sendo 12 horas de apresentações (gravados) e conversa com os artistas (ao vivo) e 02 dias de oficinas/vivências; contará com dois mestres de cerimônia que farão as apresentações e as mediações entre os grupos e o público. Haverá acessibilidade com intérpretes de Libras e legendadas nas apresentações.

Sobre a proponente
Jamile Soares, mulher amazônida, acadêmica do curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia, atriz dos grupos: Teatro Ruante, Trupe dos Conspiradores e Cia Peripécias, atuando em diversos espetáculos desses coletivos como: Cidade Grande, João Ninguém, Era uma vez João e Maria... e ainda é, Cabaré Ruante, Ofélia-Pátria, Inimigos do Povo e Refugiados Show (este em processo de montagem), diretora da obra audiovisual e futuro espetáculo Avesso; atriz e roteirista do vídeo Eldorado. Artisticamente possui afinidades com o teatro épico, o teatro de rua e a palhaçaria.


Minicurso – Rir é o melhor remédio: procedimentos para cenas cômicas

Este minicurso teórico-prático tem o objetivo de apresentar, refletir e experimentar mecanismos, procedimentos e formas para a construção do risível em diferentes personagens. O minicurso é baseado no livro: O ator risível- procedimentos para as cenas cômicas, que parte da ideia de que "todo mundo tem um tipo cômico". Nos encontros serão identificados comportamentos "obsessivos" e como esses efeitos podem aparecer na cena cômica.

Link do formulário de inscrição: https://bit.ly/2NzId5t

Quando: dias 09 e 11 de março das 19 às 21h

Público alvo: interessados em geral

Ministrante: Junior Lopes - professor (UNIR), ator e pesquisador em Artes Cênicas. Ator e criador da peça Tabule, uma tragicomédia árabe e da peça Online Yalla, Go! Como sobreviver em guerras e outras sabotagens. Possui doutorado em artes cênicas, mestrado em estudos literários e graduação em letras hispânicas.


Encontro das Palhaças do Norte

DIA 06/03 (Sábado) – 19h (Horário de Manaus)

Grupo de Mulheres palhaças que pensam, debatem e desenvolvem a palhaçada feminina. Além de discutir a comicidade, objetiva-se também falar dos processos organizativos nessa parte do Brasil. Como é a cena em cada um dos estados do Norte para as mulheres? Como transformar a cena em potência para essas mulheres? Usar o mesmo repertório clássico ou transformá-lo? Como criar o novo?

Participantes: Carol Di Deus – Palhaça Sinira (AC); Antoniele Xavier – Palhaça Tonton (AP); Ana Oliveira – Palhaça Ela (AM); Roma Mello – Palhaça Estrelita (PA); Selma Pavanelli – Palhaça Tinnimm MalaGreta (RO); Kaline Barroso – Palhaça Maritaca (RR); Ester Monteiro da Silva – Palhaça (TO)


PROGRAMAÇÃO

DIA 05/03 (Sexta) – 19h (horário de Manaus)

Roda na Praça - Foto divulgação

Abertura:
Homenagem à Selma Bustamante (Palhaça Kandura), do Grupo Baião de Dois.
Participação especial - Roda na Praça – Amazonas.

Grupo: Dona Zefinha (CE)
Espetáculo: Ch@furdo
Elenco: Orlângelo Leal, Paulo Orlando, Ângelo Márcio
Roteiro e Direção: Orlângelo Leal

DIA 06 (Sábado) – 19h (horário de Manaus)

Encontro das PALHAÇAS DO NORTE.

DIA 07/03 (Domingo) – 19h (horário de Manaus)

Grupo Experimental de Artes Vivartes (AC)
Espetáculo: Palhaça Kakarecos in solo the tchello
Concepção: Dani Mirini
Palhaça kareco: Dani Mirini

Grupo Off- Sina (RJ)
Espetáculo: Bem-vindo
Palhaço Café pequeno: Richard Riguetti
Dramaturgia Coletiva: Adriano Paes Mauriz, Junio Santos, Vitor Pordeus, Wander Paulus, Lili Castro, Renato Riguetti, Viviane Oliveira Rodrigues, Jessé Cabral, Dio Jaime, Cláudio Paula, Aline Bernardi, Michel Robin, Jailson Santos, Aline Oliveira, Mario Pereira entre outros.
Música: Ricardo Pavão, Marcelo Bernardes e Mônica Besser.

DIAS 09 e 11 – (Terça e Quinta) - Minicurso

Rir é o melhor remédio: procedimentos para cenas cômicas
Ministrante: Junior Lopes – Rondônia

DIA 12/03 (Sexta) 19h (horário de Manaus)
O Imaginário - Foto divulgação.


O Imaginário (RO)
Espetáculo: Que palhaçada é essa!
Elenco: Palhaço Joaquim – Chicão Santos, Palhaço Gerebaldo – Edmar Leite, Palhaça Barina – Flavia Diniz, Palhaça Milonga – Amanara Brandão
Direção: Processo colaborativo

Palhaços Trovadores (PA)
Espetáculo: A vingança do Ringo
Elenco: Adriano Furtado/Palhaço Geninho (Juvêncio J Torres/Ringo), Alessandra Nogueira/Palhaça Neguinha (Matias), Cleice Maciel/Palhaça Pipita (Maria), Marcelo Villela/Palhaço Tchelo (Corisco), Marcelo David/Palhaço Feijão (Cachimbinho), Suani Correa/Palhaça Aurora (Cangaceiro), Rosana Darwich/Palhaça Bromélia (Cantora), Isac Oliveira/Palhaço Xuxo (Cangaceiro/Apresentador)
Direção Geral: Marton Maués

DIA 13/03 (Sábado) – 19h (horário de Manaus)

Árvore Casa das Artes (ES)
Espetáculo: Hoje tem palhaçada? Tem, sim senhor!
Atuação: Vanessa Darmani, Wyller Villaças e Ravi Darmani Mesquita
Criação e direção: Vanessa Darmani e Wyller Villaças

Grupo TIA (Teatro Ideia Ação) de Teatro (RS)
Espetáculo: Histórias de Circo sem lona
Elenco: Marcelo Militão, Mariana Abreu e Mário Ferrolho
Dramaturgia, realização e produção: Grupo TIA
Direção: Marcelo Militão

DIA 14/03 (Domingo) – 19h (horário de Manaus)
Circo Teatro Palombar - Foto divulgação


Circo Teatro Palombar (SP)
Espetáculo: Esquadrão Bombelhaço
Artistas: David William, Giuseppe Farina, Guilherme Torres, Henrique Nobre,
Leonardo Galdino, Marcelo Nobre, Paulo Santos, Rafael Garcia, Vinicius Mauricio
Coordenação geral e Direção: Adriano Mauriz

Cia. Os Palhaços de Rua (PR)
Espetáculo: Vikings e o Reino Saqueado
Palhaços-Vikings: Adriano Gouvella e Lucas Turino
Direção: Cia. Os Palhaços de Rua
Dramaturgia: Cia. Os Palhaços de Rua

TEATRO RUANTE 
Situado na cidade de Porto Velho/RO desde 2015, vem contribuindo com a cena local por meio de suas montagens teatrais, aulas de palhaço, oficinas de técnicas circenses (acrobacia, malabares, perna de pau), teatro e contação de histórias. O grupo tem como fonte inspiradora o universo popular e busca fundir em seus espetáculos a linguagem circense, o teatro de rua e a música; tem como propósito apresentar-se em espaços abertos e alternativos, visando uma comunicação direta com o público das mais variadas idades.

O grupo foi criado em 2004 na cidade de São Paulo, onde produziu espetáculos, participou de eventos e de festivais de teatro. Atualmente o coletivo tem em repertório os seguintes trabalhos: No YouTube: Metendo o Nariz e Quarentena Ruante (2020). Espetáculos teatrais: Cotidiano-Mulher (2019), A Muy Lamentável e Cruel História de Píramo e Tisbe (2018), Cabaré Ruante (2017), Era Uma Vez João e Maria... e ainda é (2016), Histórias de Contar (2016) e Que Palhaçada é Essa Aqui? (2015).

São integrantes do coletivo: Selma Pavanelli, Adailtom Alves, Bruno Sellri, Jamile Soares, Maycon Moura e Stephanie Matos.

Maiores informações: (69) 98164-3332

Fonte: Assessoria de Imprensa do Festival

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Oficina de comicidade dentro do Festival Palhaçaí

 

De 05 a 14 de março, ocorrerá o 1º Festival Palhaçaí – Circo e Teatro com presença de grupos de dez estados do Brasil: AC, AM, PA, RO, CE, ES, RJ, SP, PR e RS. Mas enquanto não vem a programação os interessados podem se inscrever em uma oficina de comicidade gratuita. 


O Festival é uma realização do Teatro Ruante, contemplado no Edital nº 80/2020/SEJUCEL-CODEC - 1ª EDIÇÃO PACAÁS NOVOS DO EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA DIFUSÃO DE FESTIVAIS, MOSTRAS E FEIRAS ARTÍSTICAS E CULTURAIS - EIXO I – Festival Cultural - ITEM II – ARTES CÊNICAS, tendo como proponente a atriz Jamile Soares.


 

Minicurso - Rir é o melhor remédio: procedimentos para cenas cômicas

 


O minicurso teórico-prático tem o objetivo de apresentar, refletir e experimentar mecanismos, procedimentos e formas para a construção do risível em diferentes personagens. O minicurso é baseado no livro: O ator risível- procedimentos para as cenas cômicas, que parte da ideia de que "todo mundo tem um tipo cômico". Nos encontros serão identificados comportamentos "obsessivos"  e como esses efeitos podem aparecer na cena cômica.

 

Link do formulário de inscrição: https://bit.ly/2NzId5t

 

Quando: dias 09 e 11 de março das 19 às 21h

 

Público alvo: interessados em geral

 

Ministrante:  Junior Lopes - professor (UNIR), ator e pesquisador em Artes Cênicas. Ator e criador da peça Tabule, uma tragicomédia árabe e da peça Online Yalla, Go! Como sobreviver em guerras e outras sabotagens. Possui doutorado em artes cênicas, mestrado em estudos literários e graduação em letras hispânicas.


Maiores informações: (69) 98164-3332 / 99201-6765

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Gritos do Cotidiano contará com presença de representantes da Patrulha Maria da Penha e Rede Lilás



Cartaz com a programação.

A programação de Gritos do Cotidiano - rompendo estruturas, que discute violências, contará com a presença da Major Bárbara Munhoz da PMRO (Polícia Militar do Estado de Rondônia), que integra a Patrulha Maria da Penha e também de Rosimar Francelino, coordenadora da Rede Lilás de Enfrentamento à Violência Doméstica Contra a Mulher. Ambas estarão no primeiro dia de programação, 26/02 às 19h, em transmissão virtual pelos canais do Teatro Ruante (YouTube e Facebook).

A Patrulha Maria da Penha, criada em 2018, desenvolve trabalho de dedicação às mulheres vítimas de violência. O trabalho de fiscalização da Patrulha resultou no surgimento de maior número de medidas protetivas. O principal foco é evitar a reincidência e o feminicídio.

Já a Rede Lilás reúne órgãos públicos e da sociedade civil organizada para deliberarem estratégias de atendimento e proteção à mulher vítima de violência doméstica no estado de Rondônia.


GRITOS DO COTIDIANO – rompendo estruturas

A explosão do novo coronavírus (Covid-19) atingiu milhões de pessoas no mundo todo e o medo do contágio causou a necessidade de confinamento de uma parte significativa da população em diversos países, dentre eles o Brasil. Porém, o isolamento trouxe um grande aumento de casos de violências de diversos tipos.

O projeto Gritos do Cotidiano – rompendo estruturas, contemplado no Edital nº 77/2020/SEJUCEL (1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural para Transmissões ao Vivo/Gravadas – Eixo D), visa expor, por meio de apresentações artísticas, algumas das formas de violências cotidianas sofridas por pessoas em vulnerabilidade social e os demais cidadãos e cidadãs.

Além da exibição dos vídeos artísticos, haverá debates ao vivo com os artistas para que possam abordar os processos de criação e compartilhar com público suas visões acerca dos temas tratados nas obras.

São sete apresentações artísticas, realizadas em três dias pelos canais de Facebook e YouTube do Teatro Ruante. A programação, sempre das 19h às 20h (horário de Rondônia), contará com a mediação da produtora cultural Andressa Batista e a programação terá acessibilidade – vídeos legendados e intérprete de Libras nos debates.


Sobre a produtora do evento

Foto divulgação

Stephanie Matos é atriz, encenadora, produtora e graduanda do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). É integrante dos seguintes grupos: Cia Peripécias, Teatro Ruante e Trupe dos Conspiradores; é membro do Grupo de Pesquisa PAKY'OP, do Curso de Teatro da UNIR. Foi bolsista do Programa de Extensão DArtes [em]Cena: teatro, política e sociedade do Departamento de Artes da UNIR (2019 -2020). Como atriz, atua e atuou nos espetáculos Inimigos do Povo (Trupe dos Conspiradores; Desesperança (Teatro de Rua I da UNIR em 2019 e Cidade Grande João Ninguém da Cia Peripécias. É diretora do espetáculo Ela, Aquela e a Outra. Na área de eventos, fez parte da equipe de produção da I e II Mostra de Encenações do DArtes/UNIR.


PROGRAMAÇÃO GRATUITA!

Data: 26/02

Obra: [O] QUE (M) te sufoca?

Sinopse
Foto divulgação.

O que causa em você a sensação de sufocamento? Consumo de massa? Pandemia? Mortes? A busca pelo corpo perfeito? Ansiedade? Depressão? O sufocamento que te prende e começa te consumir. Você tenta sair, mas não consegue. Às vezes, o que te sufoca se acalma e você consegue respirar novamente. Mas, você sabe que aquela sensação voltará. Sempre tem algo ou alguém que nos sufoca, que tira todo o nosso ar e nos coloca em estado de aprisionamento. A chegada da pandemia da covid-19 tem nos levando ao estado de sufocamento permanente.
Artista: Stephanie Matos

Obra: (Des)velando

Foto divulgação.

Sinopse
Em tempos pandêmicos, em que a casa deveria ser o lugar mais seguro para conter o avanço do vírus, tem revelado uma faceta perversa: o aumento da violência doméstica, praticada predominantemente por parceiros e ex parceiros das vítimas. Esta proposição artística apresenta e questiona esse absurdo social, onde o vinho e a taça desvelam outros significados.
Artista: Selma Pavanelli

Obra: A Feira está montada

Foto divulgação.

Sinopse
A Feira está montada é uma poesia baseada na realidade. Pelas ruas da cidade moram pessoas invisibilizadas pela sociedade e que precisam sobreviver. Mesmo com o sufocamento causado pela pandemia e a necessidade de confinamento esses moradores não possuem escolha e precisam comer. Como já dizia o poeta alemão Bertolt Brecht: “Primeiro a barriga, depois a moral”.
Artista: Jamile Soares

DEBATE COM PRESENÇA DA REDE LILÁS E PATRULHA MARIA DA PENHA.

Data: 27/02

Obra: Café Preto

Foto divulgação.

Sinopse
O que tem mais impacto, um copo de leite ou umA xícara de café? Pela busca de uma crítica social, Café Preto foi pensado em atingir todos que marginalizam uns aos outros no dia-a-dia.
Artista: Maycon Moura

Obra: Avesso

Foto divulgação.

Sinopse
O que existe por trás da máscara de uma travesti?! A dor ecoando de muitas vozes silenciadas no país onde mais se mata travestis e transexuais; o grito precisa reverberar. Histórias marcadas pelo medo, mas também por resistência e essa manifestação entoa: Travestis assassinadas, presentes! Suas vidas não serão esquecidas.
Artistas: Ádamo Teixeira (Atuação); Jamile Soares (Diretora); Gabriel Corvalan (Assistente de direção)


Data: 28/02

Foto dovulgação

Obra: Vácuo 
Sinopse
Posta em prateleira com código de barras, preços e validade. Quanto mais passos essa mulher dar nas ruelas da sua vida, mais pesada é a carga das violências amontoadas em sua memória. Reproduções de um comportamento naturalizado em suas diversas formas de violência embalam o ser feminino à vácuo.
Artista: Andressa Silva






Obra: Das Dores

Foto Izabela Lima.

Sinopse
Os objetos cênicos e o público são alguns dos elementos primordiais para o acontecimento de Das Dores. O trabalho consiste na presença de um corpo feminino performativo a fim de proporcionar no público sensações, emoções e reflexões acerca das diversas violências pelas quais passam as mulheres. As imagens, formas, falas, músicas e gestos compõem a dramaturgia da performance.
Artistas: Taiane Sales (Atuação); Luciano Oliveira (Direção).


Foto Eliane Viana.

Mediação:
Andressa Batista - Artista, gestora e produtora cultural e mulher amazônida. Licenciada em Artes Cênicas e Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Africana pela Universidade Federal do Acre, graduanda em Produção Cultural pela Universidade Cidade de São Paulo. Atualmente atua como Técnica Especializada em Artes Cênicas no Sesc Rondônia, respondendo por atividades de teatro, dança e circo e é Gestora da Semear Cultura.


Canais de exibição: YouTube (https://bit.ly/2ZdYO14) e (https://bit.ly/3rRBGlf)

Maiores informações: (69) 98425-6408

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

GRITOS DO COTIDIANO - rompendo estruturas

Programação


A explosão do novo coronavírus (Covid-19) atingiu milhões de pessoas no mundo todo e o medo do contágio causou a necessidade de confinamento de uma parte significativa da população em diversos países, dentre eles o Brasil. Porém, o isolamento trouxe um grande aumento de casos de violências de diversos tipos.

O projeto Gritos do Cotidiano – rompendo estruturas, contemplado no Edital nº 77/2020/SEJUCEL (1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural para Transmissões ao Vivo/Gravadas – Eixo D), visa expor, por meio de apresentações artísticas, algumas das formas de violências cotidianas sofridas por pessoas em vulnerabilidade social e os demais cidadãos e cidadãs.
Vácuo - Andressa Silva
Foto: Divulgação


Além da exibição dos vídeos artísticos, haverá debates ao vivo com os artistas para que possam abordar os processos de criação e compartilhar com público suas visões acerca dos temas tratados nas obras.

São sete apresentações artísticas, realizadas em três dias pelos canais de Facebook e YouTube do Teatro Ruante. A programação, sempre das 19h às 20h (horário de Rondônia), contará com a mediação da produtora cultural Andressa Batista e a programação terá acessibilidade – vídeos legendados e intérprete de Libras nos debates.





[O] que(m) te sufoca - Stephanie Matos
Foto: Divulgação

Sobre a produtora do evento


Stephanie Matos é atriz, encenadora, produtora e graduanda do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). É integrante dos seguintes grupos: Cia Peripécias, Teatro Ruante e Trupe dos Conspiradores; é membro do Grupo de Pesquisa PAKY'OP, do Curso de Teatro da UNIR. Foi bolsista do Programa de Extensão DArtes [em]Cena: teatro, política e sociedade do Departamento de Artes da UNIR (2019 -2020). Como atriz, atua e atuou nos espetáculos Inimigos do Povo (Trupe dos Conspiradores; Desesperança (Teatro de Rua I da UNIR em 2019 e Cidade Grande João Ninguém da Cia Peripécias. É diretora do espetáculo Ela, Aquela e a Outra. Na área de eventos, fez parte da equipe de produção da I e II Mostra de Encenações do DArtes/UNIR.



Programação Gratuita com acessibilidade!

Data: 26/02
Obra: [O] QUE (M) te sufoca?
(Des)velando - Selma Pvanelli
Foto: Divulgação

Artista: Stephanie Matos

Obra: (Des)velando
Artista: Selma Pavanelli

Obra: A Feira está montada
Artista: Jamile Soares


A feira está montada - Jamile Soares
Foto: Divulgação

Data: 27/02

Obra: Café Preto
Artista: Maycon Moura

Obra: Avesso
Artistas: Ádamo Teixeira (Atuação); Jamile Soares (Diretora); Gabriel Corvalan (Assistente de direção)




Data: 28/02
Obra: Vácuo
Das Dores - Taiane Sales
Foto: Izabelza Lima

Artista: Andressa Silva

Obra: Das Dores
Artistas: Taiane Sales (Atuação); Luciano Oliveira (Direção).








Andressa Silva - Foto: Eliane Viana

Mediação: Andressa Batista


Canais de exibição: YouTube (https://bit.ly/2ZdYO14) e (https://bit.ly/3rRBGlf)

Maiores informações: (69) 98425-6408


sábado, 13 de fevereiro de 2021

POETICOVISUAL

POETICOVISUAL

Release

Contemplado no Edital nº 78/2020/ SEJUCEL-CODEC - 1ª EDIÇÃO JAIR RANGEL "PISTOLINO" DO EDITAL DE CHAMAMENTO        PÚBLICO PARA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL, dentro do EIXO V (Produção de obra cinematográfica ou vídeos artísticos EXPERIMENTAL com categorias, períodos e temas livres), o projeto consiste na produção de três vídeos curtos. O objetivo é estabelecer um diálogo entre poesia e o audiovisual, tomando como tema a pandemia.




As imagens foram captadas, de forma a refletir sobre o enclausuramento forçado provocado pela pandemia, ao tempo em que reflete sobre esse momento que passamos todos. Como manter-se ativo e criativo nesse momento? Sem procurar dar uma resposta única, este é um dos desafios a que a realização do projeto se impôs.

Um diálogo entre a produção de imagens em movimento e a poesia, bem como a reflexão sobre nossa frágil condição de ser humano. A exibição, seguida de conversa, ocorrerá no próximo dia 24 de fevereiro, às 19h (horário de Rondônia) pelo Facebook e YouTube.

O realizador, Adailtom Alves, na condição principal de ator e diretor teatral, foi apartado do diálogo direto com o público, busca com esse projeto estabelecer novos diálogos, ao tempo que se reinventa, visando manter ativo seu processo criador.

SERVIÇO

Quando: 24/02/2021 às 19h (horário de Rondônia)

O quê: Exibição de três vídeos, seguido de conversa com o artista

Onde: YouTube (https://bit.ly/2ZdYO14) e Facebook (https://bit.ly/3rRBGlf)

Maiores informações: (69) 98120-8611

GRATUITO!

domingo, 17 de janeiro de 2021

OFICINA GRATUITA DE DRAMATURGIA

 

OFICINA GRATUITA DE DRAMATURGIA

Oficina teórico-prática de criação de textos teatrais. Tomando os pressupostos da construção clássica, far-se-á uma abordagem sobre fábula, personagens, diálogo, pensamento, ação dramática e a jornada do herói. As aulas serão realizadas por via remota pelo Google Meet.

A oficina é uma contrapartida do Projeto pioneiros: chegadas, partidas e travessias, contemplado no Edital nº 83/2020/SEJUCEL- CODEC - 1° EDIÇÃO ALEJANDRO BEDOTTI DO EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO DE FOMENTO À CULTURA PARA PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE EXPRESSÕES CULTURAIS.

 

PROFESSOR - Adailtom Alves

Professor da Universidade Federal de Rondônia no Curso Licenciatura em Teatro; doutorando em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP, mestre em Artes pela mesma instituição; dramaturgo, ator, diretor e integrante do Teatro Ruante.

Público alvo: Interessado(a)s em teatro, escrita e leitura, a partir de 16 anos.

Inscrição até dia 02/02 pelo link: encurtador.com.br/syLWY

Quando: 08, 15, 22/02 e 01/03/2021 das 20 às 22h (horário de Rondônia)

Carga horária: 08 horas 

Vagas: 10

GRATUITO!

Maiores informações: labdramaturgiaro@gmail.com





terça-feira, 3 de novembro de 2020

PaCultura entrega carta aos candidatos à prefeitura de Porto Velho com algumas reivindicações para a área da cultura

O Movimento PaCultura, da cidade de Porto Velho, que reúne artistas de diversas linguagens culturais vem se reunindo de forma remota com alguns candidatos e entregando uma carta elaborada pelo coletivo. As reinvindicações são poucas, mas se postas em prática poderá fazer com a cultura portovelhense dê um salto em termos quantitativos e qualitativos.

Até o momento a carta foi entregue à três candidatos, Ramon Cujui, Edvaldo Soares e Vinicius Miguel respectivamente, sendo que os dois primeiros assumiram o compromisso com os pontos reivindicados e o terceiro ficou de analisar o documento com calma.

A íntegra do documento pode ser lido abaixo.



AOS CANDIDATOS À PREFEITURA DE PORTO VELHO

 

Cultura para além dos negócios: diretrizes gerais para programas de cultura na cidade de Porto Velho/RO

Embora a cultura jamais tenha ocupado um espaço central no debate político, não se pode ignorar que ela é cada vez mais dividida em dois grandes grupos: uma pautada em um processo civilizacional e outra na dominação e nos negócios. Pelo menos desde os anos 1940, quando surgiram os primeiros estudos sobre a indústria cultural, a investigação nesta área revela a imbricação profunda entre a produção de bens simbólicos e o funcionamento da sociedade de mercado, da alienação e do consumo de massa. No Brasil atual, marcado por múltiplas dependências típicas de um país periférico, o colonialismo cultural é o resultado da nossa formação social, caracterizada pela escravidão, pela brutalidade e vulgaridade das elites, pela desigualdade social e pelo oligopólio na mídia. Chocam-se, então, duas concepções de arte e cultura.

Uma que reconhece seu valor civilizacional e sua capacidade de emancipação humana. Nesta perspectiva, a cultura é vista como um direito, da mesma forma que a saúde, a educação e a moradia. É um direito porque constrói a identidade de um povo, aguça nossos sentidos, aprimora nossa compreensão do mundo e de nós mesmos. Arte e cultura são práticas sociais que permitem a representação e a fabricação do mundo. Por isso, em todos os tempos há quem tente domesticá-las, transformando bens simbólicos em produtos que se compram e vendem. Nós propomos, ao contrário, a alegria criativa do povo, que resiste, propõe e transforma. Esta concepção de cultura que propomos é necessariamente incompatível com o mercado e seus velhos ou novos modelos de negócios. Ela diz respeito à criação e fruição de bens comuns a que todos têm ou deveriam ter direito.

Em contraposição existe outra concepção de cultura, gestada, parida e sustentada pelo mercado, puxada pela indústria cultural. Sabemos que é difícil nos opormos eficazmente a este modelo, já que estamos mergulhados nele. Somente um projeto inédito, criativo e radical pode resistir ao canto das sereias das novíssimas economias criativas e sua ideologia do empreendedorismo, do soft power e da monetização cultural. Em uma sociedade desigual, a produção e o acesso à arte e à cultura são também desiguais. Por isso, uma política pública cultural preocupada com a maioria da população deve inverter as atuais prioridades. Agora é a vez da periferia. O Brasil é periferia e nós estamos situados, portanto, na periferia da periferia. Uma nova política cultural precisa ser mais democrática e integradora dos grupos minoritários, como os indígenas, caboclos, ribeirinhos, negros, mulheres, LGBTQI+, enfim, mais descentralizada e verdadeiramente democrática. Nossa cidade é plural e nossa cultura também deve ser.

Nossa cidade, com mais de meio milhão de habitantes e distritos ribeirinhos muito distantes do centro urbano tem um grande desafio neste início de uma nova década para o futuro do setor cultural. Além dos desafios postos em 2020 pela pandemia do novo Corona Vírus, temos também um triste histórico recente de desmontes e ataques à cultura em âmbito nacional e no Estado ainda está se constituindo uma política cultural.

Com o advento da aprovação da PEC e da Lei do Plano Nacional de Cultura no ano de 2005, um movimento muito importante começou a acontecer em centenas de municípios do Brasil. A construção do Sistema Nacional de Cultura! Cidades dos mais diversos tamanhos e vocações culturais começaram a implantação dos seus Sistemas Municipais de Cultura. Foi a continuidade da implantação dos Sistemas Municipais que permitiram que o SNC sobrevivesse aos desmontes e rupturas políticas. Todavia, com a crise pandêmica do Corona Vírus, o SNC ganhou um novo fôlego para seu avanço, graças à aprovação da Lei Aldir Blanc, que pela primeira vez na história utilizará o mecanismo de repasse fundo a fundo, o mecanismo central do SNC, para distribuir recursos para todos os municípios do Brasil. A participação social também ganhou fôlego. Os trabalhadores da cultura estão mais uma vez mobilizados e organizados para construir as políticas culturais pela base!

O Movimento PaCultura, que está organizado na cidade de Porto Velho com artistas das diversas linguagens, vem militando por uma cultura plural, democrática e construída de baixo para cima, vem, por meio deste documento, apresentar nossas propostas:

O que buscamos

1) Orçamento compatível com a importância social da Cultura;

2) Editais, leis, programas e fundo (que já existe) desburocratizado, com dotação orçamentária própria e comissões julgadoras plurais e democráticas, garantindo uma cultura plural e inclusiva para o conjunto da população;

3) Transparência e participação efetiva da população na gestão das políticas culturais através de conferências e outros mecanismos de formulação e decisão, promovendo a integração e a transversalidade da arte e da cultura em todos os setores da vida social, como a educação, o esporte, o meio ambiente, a comunicação e o trabalho;

4) A efetiva implantação do Sistema Municipal de Cultura e o respeito ao Conselho Municipal de Cultura.

 

Porto Velho, outubro de 2020

Movimento PaCultura